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Empresários do setor ceramista discutem desafios e perspectivas na Fiea

Quinta-feira, 18 de julho de 2019

Ao parabenizar o Sindicer pela iniciativa, o presidente da Federação, empresário José Carlos Lyra de Andrade, mostrou-se preocupado com a situação nacional, destacando o ritmo lento de retomada do desenvolvimento econômico do Brasil

Conscientes de que seu consumidor tem se tornado cada vez mais exigente, tanto em relação à qualidade quanto ao uso de métodos sustentáveis de produção, empresários alagoanos do setor ceramista participaram, na manhã dessa quinta-feira, 18, na sede da Fiea, do 7º Seminário do Setor Cerâmico. Realizado pela Federação das Indústrias de Alagoas (Fiea), por meio do Sindicato da Indústria de Produtos Cerâmicos (Sindcer/AL), o evento reuniu, cerca de 40 empresários e seus colaboradores.

Ao parabenizar o Sindicer pela iniciativa, o presidente da Federação, empresário José Carlos Lyra de Andrade, mostrou-se preocupado com a situação nacional, destacando o ritmo lento de retomada do desenvolvimento econômico do Brasil. “Entendo que essa retomada deveria ser mais célere, pois os empresários não aguentarão sustentar suas empresas por mais tempo”.

Mas o líder empresarial passou aos empresários a confiança de que as dificuldades serão superadas. “Acredito nas grandes e reais potencialidades de nosso País. Vislumbro as enormes oportunidades de investimento em todas as áreas, principalmente na infraestrutura”, Lyra. Na mensagem aos participantes do seminário, ele destacou o compromisso do Sindicer com a defesa dos interesses de seus associados.

O evento foi aberto pelo presidente do Sindicer, empresário Frederico Gondim. Ele também se mostrou preocupado com o quadro econômico nacional, cujos reflexos atingem diretamente o setor produtivo. “A indústria tem lutado para se manter competitiva e se modernizar frente às adversidades”, disse.

Sobre a indústria ceramista alagoana, o empresário revelou que o segmento enfrenta o desafio de manter-se competitivo e se modernizar diante da concorrência com outros estados. Apesar disso, garante ele, os empresários se mostram confiante na melhoria do cenário econômico nacional. “Apostamos no reaquecimento do setor da construção civil, e nas oportunidades que este novo cenário pode nos apresentar”, acrescentou.

Ele agradeceu o apoio da Fiea e o patrocínio do Sebrae/AL, da Sedetur e da Algás, que tornaram possível a realização do 7º Seminário da Indústria de Cerâmica. “São parceiros que dividem conosco os desafios diários, sem os quais o setor cerâmico provavelmente já teria sucumbido em Alagoas”, afirmou Gondim.

No evento foram abordados temas como os novos paradigmas na relação cliente/fornecedor, simplificação para o licenciamento ambiental, novos produtos e perspectivas para a cerâmica vermelha e normatização para competitividade. A indústria ceramista alagoana é formada por 19 empresas, que geram 800 empregos diretos e indiretos.

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